“Meu bebê tem APLV.
E agora?”
O diagnóstico muda a rotina da família.
Amamentação.
Alimentação.
Fórmula.
Introdução alimentar.
Compras.
Refeições fora de casa.
E é normal ter muitas dúvidas.
APLV não deveria significar viver com medo da comida.
O objetivo do tratamento é controlar os sintomas e manter uma alimentação adequada para o bebê e para a família.
E o tratamento não termina quando os sintomas melhoram.
É preciso acompanhar a evolução da criança e reavaliar a necessidade de manter a exclusão.
Outra dúvida muito comum:
“Meu filho vai ter APLV para sempre?”
Na maioria das crianças, a alergia à proteína do leite de vaca é superada durante a infância.
Mas quando e como fazer a reintrodução depende da história e da evolução de cada criança.
Por isso, acompanhar uma criança com APLV é mais do que controlar sintomas.
É ajudar a família a entender:
o que fazer agora,
o que observar
e qual é o próximo passo.
Se o seu bebê tem APLV, você não precisa passar por todas essas dúvidas sozinha.
Um acompanhamento adequado pode trazer mais segurança, tranquilidade e clareza para essa fase.
Dra. Aline Fregni Caetano
Pediatra | Gastropediatra
Ribeirão Preto – SP
Atendimento presencial e online